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Outras patologias

Alergias

O que é Alergia?
Alergia ou reação de hipersensibilidade é uma resposta imunológica exagerada, que se desenvolve após a exposição a um determinado antígeno (substância estranha ao nosso organismo) e que ocorre em indivíduos suscetíveis (geneticamente) e previamente sensibilizados.

  • Tipos
  • Alimentar
  • Leite de vaca
  • Ovos
  • Amendoim
  • Soja
  • Peixes e frutos do mar
  • Nozes
  • Pele

Manifesta-se com lesões e coceira intensa. Em alguns casos, pode ser muito grave, acometendo o corpo inteiro.

Nariz

A inflamação alérgica da mucosa do nariz, conhecida como rinite alérgica, pode ocorrer de forma repetida. Sua principal causa são os alérgenos inalantes, como ácaros e poeira doméstica.

Vias respiratórias

A asma é uma doença acompanhada de inflamação alérgica das vias respiratórias. Também é conhecida como bronquite alérgica ou bronquite asmática. É provocada, principalmente, por:

  • Alérgenos e irritantes
  • Infecções de vias aéreas
  • Exercício físico inadequado
  • Refluxo gastro-esofágico
  • Medicações e alimentos
  • Causas emocionais, como a ansiedade

Ocular

A conjuntivite alérgica é a alergia mais comum, provocando irritação, vermelhidão, coceira e lacrimejamento dos olhos.


Causas

Principais agentes que provocam alergia ou hipersensibilidade

  • Ácaros e baratas
  • Mofo (fungos)
  • Epitélio (pele) e pelos de animais (gatos e cães)
  • Esporos de fungos e pólens de flores
  • Alimentos
  • Medicamentos

Fonte: Minha Vida

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Câncer

O que é o Câncer?

Doença não contagiosa, o câncer pode ser definido como um grupo de mais de 100 doenças que se caracterizam pelo crescimento descontrolado de células anormais, chamadas de malignas. Por vezes essas células anormais podem migrar e invadir tecidos e órgãos em diversas regiões do corpo, originando tumores em outros locais. Quando isso ocorre dizemos que houve metástase.

Com uma divisão celular muito rápida e incontrolável, as células cancerosas costumam ser agressivas, determinando a formação de tumores malignos e constituindo um risco de vida para o paciente. Por outro lado, o tumor benigno se caracteriza por ser apenas um acúmulo de células que se dividem muito lentamente, sem causar maiores agressões ao indivíduo.

A maioria dos tipos de câncer tem suas causas ainda desconhecidas, mas 90% dos casos de câncer estão relacionados a fatores ambientais, como cigarro (câncer de pulmão), excesso de sol (câncer de pele), alguns tipos de vírus (leucemia), hábitos alimentares (câncer de mama, câncer de próstata, câncer de esôfago, câncer de estômago, câncer no intestino grosso), alcoolismo (câncer de esôfago, câncer da cavidade bucal), hábitos sexuais (câncer de colo uterino), medicamentos (câncer de bexiga, leucemias, câncer de endométrio), cânceres provocados por exposições ocupacionais, etc.

Pessoas que têm histórico de câncer na família podem ou não desenvolver a doença, mas há alguns tipos de câncer, como o de mama, estômago e intestino, que podem ter influência genética.

A mortalidade de um câncer irá depender de alguns fatores, como: tipo de câncer, rapidez com que suas células se multiplicam, capacidade que o organismo da pessoa tem de combater a doença e a existência de um tratamento eficaz. O câncer de próstata já foi considerado letal, mas, hoje em dia, em razão do progresso com os tratamentos, apresenta até 95% de cura.

Atualmente o câncer é a segunda causa mortis no Brasil, perdendo apenas para doenças cardiovasculares. Dentre os diversos tipos de câncer podemos citar:

Tipos

  • Câncer de pulmão
  • Câncer de mama
  • Câncer de ovário
  • Câncer no colo do útero
  • Câncer de colorretal
  • Câncer anal
  • Câncer na bexiga
  • Câncer infantil
  • Câncer de laringe
  • Câncer no fígado
  • Câncer de esôfago
  • Câncer de estômago
  • Câncer de fígado
  • Câncer de boca
  • Leucemias
  • Linfomas
  • Linfoma de Hodgkin
  • Linfoma não Hodgkin
  • Câncer no pâncreas
  • Câncer de pele (melanoma)
  • Câncer de pele (não melanoma)
  • Câncer no pênis
  • Câncer de próstata
  • Câncer no testículo
  • Tumores de Ewing

O tratamento do câncer irá depender de diversos fatores, como tamanho do tumor, idade do paciente, localização do tumor, tipo das células cancerosas, etc. Em muitos casos, os médicos combinam mais de um tipo de tratamento para combater o câncer.

Se o tumor for localizado, a cirurgia pode ser uma opção de tratamento, que geralmente é utilizada para o câncer de mama, câncer de cólon, câncer de boca, entre outros tipos.

A radioterapia é um tipo de tratamento no qual radiações são utilizadas para destruir as células cancerosas ou impedir que elas se multipliquem. Nesse tipo de tratamento o paciente não sente nada.

A quimioterapia utiliza medicamentos que irão combater o tumor. Na maioria das vezes, estes são aplicados na veia, mas em outros casos podem ser dados via oral ou intramuscular. Uma vez no corpo do paciente, esses medicamentos caem na corrente sanguínea e são levados para todas as partes do corpo, destruindo todas as células que estão causando o tumor e impedindo que elas se espalhem para outras regiões do corpo.

O transplante de medula óssea é feito quando há um câncer maligno que acomete as células sanguíneas.

É importante lembrar que muitos tipos de câncer podem ser prevenidos, como o câncer de pele, cânceres causados pelo tabagismo e bebidas alcoólicas e cânceres relacionados à dieta alimentar. Outros tipos de câncer, como o de mama, próstata, cólon, colo de útero, reto, testículo, língua, boca e pele, podem ser detectados no início, quando se faz a prevenção a partir de exames específicos. Lembrando que, quando diagnosticado no início, o câncer tem maiores chances de cura, daí a importância de se fazer o diagnóstico precoce.

Fonte: Brasil Escola

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Doenças Causadas por Bactérias

Existem várias doenças causadas por bactérias. As bactérias são organismos unicelulares, procariontes e possuem tamanho microscópico.

Veja a lista das doenças transmitidas por bactérias:

  • Abcesso
  • Actinomicose
  • Bartonelose
  • Botulismo
  • Bronquiectasia
  • Bronquite
  • Brucelose
  • Cancro mole, úlcera mole venérea ou cancroide
  • Carbúnculo, carbúnculo hemático, antraz ou antrax
  • Cárie
  • Cistite
  • Clamídia
  • Cólera
  • Colibacilose
  • Diarreia
  • Disenteria bacteriana ou shigelose
  • Difteria ou crupe
  • Doença de Lyme ou borreliose de Lyme
  • Doença do legionário ou legionelose
  • Ectima
  • Erisipela ou linfangite estreptocócica
  • Erisipeloide
  • Estafilocose
  • Escarlatina
  • Faringite
  • Febre botonosa ou febre maculosa do mediterrâneo
  • Febre fluvial ou tsutsugamushi
  • Febre maculosa, febre de São Paulo ou febre do carrapato
  • Febre paratifoide
  • Febre purpúrica brasileira
  • Febre Q
  • Febre tifoide
  • Gangrena gasosa
  • Gastrite
  • Gonorreia ou blenorragia
  • Impetigo
  • Lepra, hanseníase ou mal de Hansen
  • Leptospirose, mal de Weil ou síndrome de Weil
  • Linfogranuloma venéreo
  • Listeriose
  • Melioidose
  • Meningite
  • Meningococcemia
  • Micoplasmose
  • Mormo ou lamparão
  • Ornitose ou psitacose
  • Pasteurelose ou septicemia hemorrágica
  • Pertússis, coqueluche ou tosse convulsa
  • Peste negra ou peste bubônica
  • Pneumonia
  • Salmonelose
  • Sífilis
  • Síndrome do choque tóxico
  • Sinusite
  • Tétano
  • Tifo
  • Tracoma
  • Tuberculose
  • Tularemia
  • Úlcera
  • Vibriose ou campilobacteriose

Fonte: Brasil Escola

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Doenças Causadas por Fungos

Muitas espécies de fungos são capazes de causar doenças em vegetais e animais, inclusive da nossa espécie. Encontrados no ar, em plantas, solo, água, alimentos, animais e objetos inanimados; podem colonizar a pele, genitais, e trato gastrointestinal e respiratório.

Alguns fungos, como a Cândida Albicans, vivem em nosso organismo sem, no entanto, causar danos. Porém, em casos onde há um aumento de sua população, estes organismos podem causar danos à pessoa acometida. No caso da candidíase, nome dado à infecção desta espécie de fungo, o indivíduo paciente tem corrimento genital de aspecto semelhante a requeijão, coceira e dor ao urinar.

Apesar de serem bastante incômodas e, geralmente, de tratamento mais longo do que o indicado para outras infecções, doenças fúngicas raramente oferecem risco de vida a pacientes saudáveis. Entretanto, até mesmo uma micose pode se mostrar como ameaça à vida de indivíduos imunocomprometidos, tais como soropositivos, indivíduos que sofreram queimaduras extensas, portadores de diabetes e leucêmicos. Infecções fúngicas são, inclusive, uma das principais causas de morte em pessoas nestas condições.

Fungos do gênero Aspergillus, por exemplo, são bastante agressivos, podendo comprometer os brônquios e, em casos mais raros, sistema nervoso central e o trato gastrointestinal. Alguns fungos podem, também, liberar toxinas – as chamadas micotoxinas. Estas, além de reações alérgicas, podem provocar, a longo prazo, doenças renais e hepáticas.

Considerando a grande variedade e versatilidade dos fungos, pode ser interessante conhecer mais um aspecto destes seres vivos.

Algumas doenças causadas por fungos:

  • Candidíase Vaginal
  • Dermatofitoses
  • Esporotricose

Fonte: Brasil Escola

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Doenças Causadas por Protozoários

Chamamos de protozooses as doenças causadas por protozoários, organismos unicelulares, heterotróficos e microscópicos que, juntamente às algas, estão agrupados no Reino Protoctista. Dentre as principais protozooses, destacam-se a amebíase, doença de Chagas, malária, leishmaniose e toxoplasmose.

As protozooses podem ser contraídas de diferentes formas. Dentre as principais vias de contaminação, podemos citar a fecal-oral, a contaminação por agentes hematófagos e a que ocorre através de relações sexuais. A amebíase, por exemplo, está relacionada com a ingestão de água ou alimentos contaminados por cistos de Entamoeba histolytica. Já a malária é transmitida pela picada do mosquito do gênero Anopheles. A tricomoníase, por sua vez, é transmitida via relação sexual com pessoa contaminada.

Entender a forma de contágio é fundamental para criar hábitos que evitem a contaminação por esses seres. As protozooses intestinais, por exemplo, são muito comuns nas crianças, sendo consideradas, inclusive, um grave problema de saúde pública. Isso resulta principalmente dos poucos hábitos de higiene apresentados por esse grupo.

De uma maneira geral, algumas dicas podem ser levadas em consideração para evitar protozooses. Veja algumas a seguir:

  • Lavar sempre as mãos após ir ao banheiro e antes e após as refeições;
  • Lavar sempre os alimentos, principalmente aqueles que são consumidos crus. Uma boa alternativa é deixar as frutas e hortaliças em uma solução de água sanitária e água, na proporção de uma colher para cada litro de água;
  • Beber água sempre filtrada ou fervida;
  • Utilizar camisinha em toda relação sexual, independentemente se ela for oral, vaginal ou anal.
  • Colocar mosquiteiros nas camas e telas nas portas e janelas para evitar a picada de insetos.

Veja abaixo a lista de doenças causadas por protozoários:

  • Acantamoebíase
  • Balantidiose
  • Ceratite Amebiana
  • Criptosporidíase
  • Diarreia
  • Disenteria amébica, disenteria amebiana ou amebíase
  • Doença de Chagas, mal de Chagas ou chaguismo ou tripanossomíase americana
  • Doença do sono ou tripanossomíase africana
  • Eimeriose ou coccidiose
  • Encefalite Amebiana Granulomatosa
  • Encefalite Amebiana Primária
  • Giardiose ou giardíase
  • Histomoníase
  • Isosporíase
  • Leishmaniose, leishmaníase, calazar ou úlcera de Bauru
  • Malária ou paludismo
  • Naegleríase
  • Piroplasmose ou babesiose
  • Toxoplasmos
  • Tricomoníase, tricomoniose ou tricomonose

Fonte: Brasil Escola

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Doenças Causadas por Vermes

Várias são as doenças causadas por vermes (animais que parasitam homens e animais). Com grande capacidade de regeneração, eles podem possuir um ou dois hospedeiros.

Os vermes pertencem ao Reino Animalia e a maioria é conhecida por apresentar corpo achatado ou alongado, sem pernas, mole, com a cabeça e a cauda praticamente iguais ao restante do corpo.

Possuem grande capacidade de regeneração, e geralmente apresentam ciclos de vida complexos que se alternam em fases sexuadas e assexuadas. Apresentam exemplares monoicos (cada indivíduo apresenta os dois sistemas reprodutores) e dioicos (cada indivíduo apresenta somente um sistema reprodutor).

Muitas espécies que parasitam animais, causando doenças, precisam de mais de uma espécie hospedeira para completar o ciclo de vida. Espécies que necessitam apenas de um hospedeiro para completar o seu ciclo de vida são chamadas de monogenéticas; enquanto que as espécies que necessitam de dois hospedeiros são chamadas de digenéticas, como é o caso do platelminto Schistosoma mansoni, que tem como hospedeiros seres humanos e moluscos.

Quando a espécie é digenética, possui o hospedeiro intermediário e o hospedeiro definitivo. O hospedeiro intermediário é o que abriga a fase assexuada, enquanto que o hospedeiro definitivo abriga a fase sexuada.

Alguns vermes são de vida livre, mas muitos são parasitas e causadores de doenças em animais (incluindo seres humanos). Geralmente as verminoses não levam à morte do hospedeiro, pois se o hospedeiro morrer, o verme parasita perderá a sua moradia e a fonte de alimentação, o que não será vantajoso para ele.

Alguns vermes parasitas são adquiridos pela falta ou precariedade de saneamento básico, mas outros vermes parasitas possuem vetores que disseminam a doença, como é o caso da elefantíase, cujo hospedeiro intermediário é a fêmea do mosquito Culex.

Veja abaixo a lista de doenças causadas por vermes:

  • Ancilostomíase, ancilostomose ou amarelão
  • Anisaquíase
  • Ascaridíase
  • Bicho geográfico
  • Capilaríase
  • Cisticercose
  • Clonorquíase
  • Difilobotríase
  • Dipilidiose
  • Dirofilariose
  • Dracunculose
  • Enterobíase, enterobiose ou oxiurose
  • Equinococose
  • Equinostomíase
  • Esparganose
  • Esquistossomose ou bilharzíase
  • Estrongiloidíase
  • Fasciolíase ou fasciolose
  • Filaríase, filariose ou elefantíase
  • Gnatostomíase
  • Himenolepíase
  • Hipertensão portal
  • Loaíase
  • Mansonelose
  • Necatoríase
  • Oesofagostomíase
  • Oncocercose
  • Paragonimíase
  • Teníase
  • Toxocaríase
  • Tricuríase
  • Triquinelose

Fonte: Brasil Escola

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Doenças Causadas por Vírus

As doenças causadas por vírus, também conhecidas como viroses, apresentam sintomas inespecíficos, tais como febres, dores de cabeça e no corpo, além de indisposição.

Todos os seres vivos são compostos por células, com exceção dos vírus, que são organismos acelulares. Dessa forma, esses seres só conseguem reproduzir-se e realizar atividades metabólicas no interior de células vivas.

Ao invadir uma célula, que pode ser de qualquer organismo vivo, os vírus podem desencadear doenças. No homem, essas doenças, também conhecidas por viroses, são muito comuns e geralmente causam febre, dor de cabeça e no corpo, falta de apetite e indisposição, sintomas relativamente inespecíficos.

Os sintomas das viroses, por serem muito parecidos entre si, dificultam um diagnóstico preciso. É por isso que, ao procurar um médico com o quadro clínico descrito anteriormente, recebemos rapidamente o diagnóstico de uma virose. É importante, no entanto, sempre a realização de exames mais específicos em casos de sintomas intensos e que persistam por muito tempo.

Para o tratamento das viroses, na maioria dos casos, o médico indica medicamentos para controlar a febre, as dores, enjoos e vômitos. Também é recomendado que o paciente mantenha repouso, hidrate-se bastante e cuide de sua alimentação. Geralmente os sintomas de uma virose desaparecem em pouco tempo, entre três e sete dias.

As viroses são comuns em épocas do ano em que ocorrem mudanças bruscas de temperatura e as umidades relativas do ar estão baixas. É importante, nessas épocas, evitar ficar em locais com muitas pessoas e manter em dia todas as vacinas. Hábitos de higiene e uma boa alimentação também são pontos importantes para evitar as doenças causadas por vírus.

Dentre as principais viroses, podemos destacar:

  • Aids
  • Bronquiectasia
  • Bouba aviária
  • Bronquite
  • Catapora
  • Caxumba
  • Chikungunya ou Chicungunha
  • Coriomeningite linfocitica
  • Dengue
  • Diarreia
  • Doença de Gumboro ou doença infecciosa da bursa
  • Doença de inclusão citomegálica
  • Doença de Marek, paralisia aviária ou neurolinfomatose
  • Doença de Newcastle
  • Ébola
  • Encefalomielite
  • Eritema infeccioso
  • Esofagite
  • Febre aftosa
  • Febre amarela
  • Febre do Nilo Ocidental ou encefalite do Nilo Ocidental
  • Febre Zika ou Febre Zica
  • Gripe
  • Gripe asiática
  • Gripe aviária
  • Gripe suína
  • Hepatite
  • Herpes
  • Herpes-zóster, cobrão ou cobreiro
  • Hipertensão pulmonar
  • Leucemia/linfoma de células T do adulto
  • Leucose linfoide
  • Molusco contagioso
  • Mononucleose infecciosa
  • Parotidite infecciosa, papeira ou caxumba
  • Poliomielite
  • Raiva ou hidrofobia
  • Resfriado
  • Roséola ou exantema súbito
  • Rubéola ou rubela
  • Sarampo
  • Sarcoma de Kaposi
  • SARS
  • Varicela ou catapora
  • Varíola
  • Verruga genital
  • Verruga plantar

Fonte: Brasil Escola

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Doenças de Pele

A pele é, por várias razões, um dos setores do corpo mais afetado por lesões, problemas e doenças. Em primeiro lugar, é o órgão mais extenso do organismo humano. Em segundo lugar, como constitui uma barreira protetora contra vários elementos e fatores ambientais, como é o caso dos microrganismos, das alterações climatéricas e dos raios solares, encontra-se naturalmente exposta aos seus efeitos nocivos. Em terceiro lugar, porque muitas das doenças gerais que afetam os órgãos internos podem igualmente originar manifestações cutâneas.

No entanto, além de ser o órgão mais extenso e se encontrar exposto ao meio ambiente, a pele é o órgão mais facilmente observado, apresentando igualmente uma grande sensibilidade, o que faz com que as suas alterações e lesões não passem despercebidas.

As doenças cutâneas, ou mais conhecida como doenças de pele, são uma série de problemas em que as manifestações são exclusiva ou predominantemente cutâneas, ou seja, que ocorrem na pele. Embora algumas destas doenças possam ser pontuais ou banais, existem outras que podem ter graves repercussões em todo o organismo.

Tipos de doenças de pele:

  • Acne
  • Alergias na pele
  • Alopecia Areata
  • Brotoeja
  • Câncer da pele
  • Catapora
  • Celulite
  • Couro Cabeludo
  • Dermatite de contato
  • Dermatite Seborreica
  • Envelhecimento
  • Escabiose (ou Sarna)
  • Estrias
  • Foliculite
  • Fotossensibilidade
  • Hanseníase
  • Hemangioma
  • Herpes
  • Hiperidrose
  • Hirsutismo
  • Melasma
  • Micose
  • Nevos Displásicos
  • Pediculose (piolho)
  • Pênfigo
  • Psoríase
  • Queratose Actínica
  • Urticária
  • Verrugas
  • Vitiligo

Fonte: SBD – Sociedade Brasileira de Dermatologia

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Doenças Imunológicas

Doenças imunológicas ocorrem quando o sistema imunológico, responsável pela proteção do organismo contra as infecções, não funciona corretamente. Como resultado as pessoas ficam mais suscetíveis a contrair doenças.

Existe uma grande variedade de doenças imunológicas, entre elas a imunodeficiência primária (IDP) e púrpura trombocitopênica imune (PTI).

Imunodeficiência Primária

O sistema imunológico atua para proteger o organismo de infecções. Essas infecções podem ser causadas por vários agentes, incluindo bactérias, vírus, fungos e parasitas. O sistema imune utiliza os linfócitos (ou outro tipo de células brancas do sangue) e as imunoglobulinas (ou anticorpos) para combater esses invasores externos.

Na imunodeficiência, uma ou mais partes do sistema imunológico não funcionam. Se uma pessoa nasce com essa condição ela é chamada de imunodeficiência primária (IDP). Pessoas com imunodeficiência primária têm dificuldade em combater as infecções devido à produção inadequada de anticorpos.

Se o organismo de uma pessoa tem falta de imunoglobulina (anticorpos) e pode ser beneficiada pelo aumento temporário desta, a reposição de imunoglobulina é indicada. Essa imunoglobulina para reposição tem sido extraída de plasma humano (a porção líquida do sangue). Quando a reposição de imunoglobulina é aplicada em uma pessoa, ela é chamada de terapia de reposição de imunoglobulina ou imunoterapia.

Púrpura trombocitopênica imune

Um outro tipo de doença imunológica é a púrpura trombocitopênica imune (PTI), um distúrbio hemorrágico que frequentemente causa manchas roxas na pele podendo causar risco de vida caso a hemorragia ocorra, por exemplo, no cérebro.

Para entender a PTI, é melhor definir cada termo que constitui o seu nome. Púrpura refere-se às manchas cutâneas roxas (púrpura) devido à hemorragia local. Trombocitopênica indica que a doença está relacionada com o baixo nível de trombócitos, ou plaquetas, células presentes no sangue que ajudam na coagulação. Imune significa que a doença é causada pelo sistema imune, que geralmente defende o organismo contra as infecções, mas que nesse caso causa a destruição das plaquetas.

Existem duas formas de PTI: a aguda e a crônica. A forma aguda ocorre normalmente em crianças e dura por cerca de 6 meses. A forma crônica acomete principalmente adultos na faixa de 20 a 40 anos e permanecem por mais de 6 meses, uma vez que os pacientes sofrem de ataques hemorrágicos frequentemente.

O tratamento recomendado é a terapia como imunoglobulina com o intuito de elevar o número de plaquetas e ajudar no controle hemorrágico.

Alguns outros tipos de doenças imunológicas:

  • Artrite reumatoide
  • Doença celíaca
  • Esclerose múltipla
  • Lúpus eritematoso sistêmico
  • Pênfigo
  • Síndrome de Sjögren
  • Vitiligo
  • Síndrome do anticorpo antifosfolipídeo

Fonte: CSL Behring

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Doenças Metabólicas

Doença Metabólica é o termo genérico utilizado para as doenças causadas por algum processo metabólico anormal. Uma doença metabólica pode ser congênita (devido a alguma anormalidade genética herdada) ou pode ser adquirida (devido a alguma doença ou disfunção endócrina).

As doenças metabólicas mais comuns são:

  • Acantose nigricans
  • Acrocianose
  • Anemia
  • Artrite psoriática
  • Artrose
  • Cancro ou Câncer
  • Cirrose hepática
  • Diabetes insipidus
  • Diabetes mellitus
  • Doença de Creutzfeldt-Jakob
  • Enurese
  • Esôfago de Barrett
  • Hipertiroidismo
  • Leucemia
  • Leucemia mieloide aguda
  • Mal de Alzheimer

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Doenças Neurológicas

A Neurologia é a especialidade que cuida de doenças do cérebro, medula, nervos, e músculos. O Neurologista clínico é o médico que se dedica ao estudo e tratamento das problemas do sistema nervoso. As doenças mais comuns tratadas pelo neurologista são as dores de cabeça (cefaleia) e enxaqueca. O médico neurologista trata também de outras dores, como dores lombares, dores no pescoço, neuralgias, e entre outras. Sintomas comuns que chegam ao neurologista são, além das dores de cabeça (cefaleia), tonturas, perda de força, perda de sensibilidade, formigamentos, alterações na vista, tremores, desmaios, perda de memória, alterações da fala e do comportamento,distúrbios do sono como a insônia. O neurologista tem interface com a psiquiatria e pode tratar de casos de depressão, ansiedade, pânico, fobias, bipolar, tabagismo, uso de drogas, dependendo da formação do profissional.

As doenças que a neurologia e o neurologista mais tratam são as cefaleias, distúrbios do sono, doenças cérebro-vasculares, AVCs (conhecidas como “derrames”), os distúrbios do movimento (como tremores e Doença de Parkinson), as epilepsias, as demências (como a doença de Alzheimer), as doenças desmielinizantes (como a Esclerose Múltipla), as neuropatias, as doenças musculares, aneurismas cerebrais, e tumores cerebrais.

Abaixo alguns outros tipos de doenças neurológicas:

  • Acalasia
  • Catalepsia patológica
  • Epilepsia
  • Síndrome de Tourette
  • Doença de Huntington
  • Síndroma de Shy-Drager

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Doenças Nutricionais

A alimentação incorreta ou insuficiente pode causar doenças como: Anemia, Raquitismo e Avitaminose. Pode-se dizer que as chamadas doenças nutricionais são aquelas que se originam, mantêm-se em sua evolução ou curam-se pela ação preponderante da alimentação balanceada, harmônica e adequada. Há um grupo de doenças que se curam quase exclusivamente com a alimentação.

Inclui-se nesse grupo muitas doenças do aparelho digestivo, do metabolismo, carências vitamínicas, carências ferro-privas, etc. Por meio da dietoterapia o método orienta sua ação propenso a modificar as alterações nutricionais que estão perturbadas pela doença.

De acordo com a natureza da doença e com as exigências do organismo, podem-se prescrever vários tipos de alimentação com finalidade terapêutica.As alterações da nutrição podem ocorrer por diversos motivos como uma ingestão inadequada de nutrientes, por maus hábitos alimentares persistentes, ou a consequência de perturbações da digestão, absorção, utilização ou excreção.

Algumas doenças:

1. Anemia: A necessidade de complementar a alimentação, com alimentos ricos em ferro, e Ferro – Heme (que é absorvido pelo organismo com facilidade) como,ovos,leite, carnes e fígado. Nos adultos, devido a alimentação irregular, a anemia nutricional é frequente. Um paciente obeso, por incrível que pareça, muitas vezes é anêmico. Para se absorver o ferro necessitamos de ácido fólico, vitamina B12, vitamina C e ainda um meio ácido.

2. Raquitismo: Ele é causado pela fragilidade dos ossos, devida à falta de deposição do mineral cálcio biodisponível nas células ósseas e por insuficiência de fósforo, cobre e vitamina D, ou por proporções inadequadas entre essas substancias. Elementos como o cobre e o zinco, agindo como componentes, ou ativadores de enzimas, implicados nesse processo de deposição, são importantes para boa formação do esqueleto. A insuficiência desses elementos determina alterações semelhantes às encontradas na carência de cálcio, fósforo ou vitamina D.Lembrar sempre que a vitamina D só se transforma de provitamina D em vitamina D3 com a exposição a luz solar.

3. Avitaminose: A vitamina C, essencial para o homem, e pode causar quadro de escorbuto na carência crônica, sangramento gengival, queda de resistência imunológica e dificuldade na fixação do ferro que leva a anemia. Por outro lado, a deficiência de ácido nicotínico, relativamente rara no homem, é frequente nos cães, em que acarreta uma doença conhecida como “língua preta”, caracterizada por necrose e posterior ulceração da mucosa da boca. Como consequência, surge salivação abundante com cheiro forte e desagradável. O animal recusa alimento e se apresenta com a boca semiaberta, da qual escorre baba amarelada, às vezes à sanguinolenta. Esses sintomas levam muitas vezes à suspeita de raiva.

São várias as doenças nutricionais, e se formos considerar as de origem emocional como bulimia e anorexia o leque aumenta muito.

Abaixo alguns outros tipos de doenças nutricionais:

  • Anemia Ferropriva
  • Anorexia Nervosa
  • Beribéri
  • Bócio Endêmico
  • Bulimia
  • Escorbuto
  • Gota
  • Hipercolesterolemia
  • Hiperlipidemia
  • Hipotiroidismo
  • Hipovitaminoses
  • Kowshiocor
  • Marasmo
  • Obesidade
  • Osteoporose
  • Raquitismo

Fonte: Paris

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Doenças Psicológicas

Nos dias de hoje, muitas doenças psicológicas são atribuídas ao estilo de vida, à cultura e à sociedade em que a pessoa vive.

Pessoas que apresentam uma doença psicológica não costumam exibir manifestações físicas aparentes. Chamadas mais comumente de distúrbios, disfunções, transtornos ou perturbações, muitas doenças psicológicas conhecidas atualmente são atribuídas ao estilo de vida, cultura e sociedade em que a pessoa vive. Depressão e ansiedade são exemplos de doenças psicológicas comuns nas atuais sociedades industrializadas.

Nos serviços de saúde são utilizados como referência o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM) e a Classificação Internacional de Doenças (CID).

O DSM é um sistema de classificação que organiza cada diagnóstico psiquiátrico em cinco níveis, relacionando neles distúrbios, transtornos, perturbações e disfunções. Esse manual é seguido por todos os profissionais da área de saúde mental.

    • Eixo I: transtornos clínicos, incluindo principalmente transtornos mentais, bem como problemas do desenvolvimento e aprendizado. Nesse eixo é comum incluir transtornos como depressão, ansiedade, distúrbio bipolar, TDAH e esquizofrenia;
    • Eixo II: transtornos de personalidade ou invasivos, bem como retardo mental. No eixo II incluem-se transtornos como transtorno de personalidade borderline, transtorno de personalidade esquizoide, transtorno de personalidade antissocial e transtorno de personalidade narcisista;
    • Eixo III: condições médicas agudas ou desordens físicas;
    • Eixo IV: fatores ambientais ou psicossociais contribuindo para desordens;
    • Eixo V: Avaliação Global das Funções (Global Assessment of Functioning) ou Escala de Avaliação Global para Crianças (Children’s Global Assessment Scale) para jovens abaixo de 18 anos.

Assim como o DSM, a classificação das doenças psicológicas no CID também é seguida por profissionais de saúde mental.

1- Transtornos Mentais e do Comportamento

1.1 – Transtornos mentais orgânicos, inclusive os sintomáticos;

1.2 – Transtornos mentais e comportamentais em decorrência do uso de substância psicoativa;

1.3 – Esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes;

1.4 – Transtornos do humor [afetivos];

1.5 – Transtornos neuróticos, transtornos relacionados com o estresse e transtornos somatoformes;

1.6 – Síndromes comportamentais associadas a disfunções fisiológicas e a fatores físicos;

1.7 – Distorções da personalidade e do comportamento adulto;

1.8 – Retardo mental;

1.9 – Transtornos do desenvolvimento psicológico;

1.10 – Transtorno do comportamento e transtornos emocionais que aparecem habitualmente durante a infância ou a adolescência;

1.11 – Transtorno mental não especificado.

Na seção Doenças Psicológicas você terá acesso a artigos relacionados a transtornos e perturbações mentais que afetam as pessoas nas sociedades atuais. São artigos que informam sobre as causas, sintomas e tratamento dessas doenças.

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Doenças Respiratórias

No mundo todo, as doenças que acometem o sistema respiratório ocupam o posto de terceira causa de morte. Dentre as doenças mais comuns que acometem o aparelho respiratório estão:

      • Broncopatias;
      • Pneumopatias;
      • Transtornos respiratórios;
      • Fístula do trato respiratório;
      • Doenças torácicas;
      • Transtorno da motilidade ciliar;
      • Doenças nasais;
      • Hipersensibilidade respiratória;
      • Infecções respiratórias;
      • Doenças da traquéia;
      • Laringopatias;
      • Doenças pleurais;
      • Anormalidades do sistema respiratório;
      • Neoplasias do trato respiratório.

Os pulmões são órgãos que compõem o sistema respiratório, responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e a corrente sanguínea. São dois órgãos de formato piramidal, sendo estes os principais órgãos do sistema respiratório dos humanos.

As doenças mais comumente observadas que acomete os pulmões são:

      • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC);
      • Bronquite;
      • Enfisema pulmonar;
      • Fibrose Pulmonar;
      • Falta de Ar;
      • Pneumonia;
      • Resfriado;
      • Asma;
      • Câncer de pulmão.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Esta é uma doença crônica, progressiva e irreversível que afeta os pulmões, apresentando como principal característica a destruição de muitos alvéolos pulmonares e o comprometimento dos restantes. É mais comum em indivíduos do sexo masculino com idade avançada, sendo que também é frequente sua observação em indivíduos que já tiveram tuberculose.

Os principais fatores que levam ao aparecimento da DPOC relacionam-se ao tabagismo, vindo em seguida o fumo passivo, exposição à poeira por longos anos, poluição do ambiente e, em certos casos, fatores genéticos.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 80 milhões de pessoas apresentam DPOC moderada a severa, No Brasil, esta afecção acomete em torno de 5,5 milhões de pessoas por ano, segundo o Conselho Brasileiro de DPOC.

Normalmente os pacientes com DPOC apresentam sintomatologia tanto da bronquite crônica quanto do enfisema pulmonar. Deste modo, atualmente utiliza-se mais o termo DPOC quando se faz referência a bronquite crônica e enfisema pulmonar, uma vez que, normalmente, as mesmas coexistem no mesmo paciente apresentando obstrução do fluxo de ar.

Bronquite Crônica
A bronquite crônica é definida como uma inflamação dos brônquios. Geralmente, surge depois de 20 a 30 anos de exposição dos brônquios a fatores irritantes, como o tabaco, poluição do ar, entre outras fontes. Sua ocorrência é mais comum em mulheres do que em homens.

Esta afecção pode preceder ou acompanhar o enfisema pulmonar.

Enfisema Pulmonar
Esta é uma doença crônica, na qual ocorre destruição gradativa dos tecidos pulmonares, passando estes a ficarem hiperinsuflados. Normalmente sua etiologia reside na exposição prolongada ao tabaco ou produtos químicos tóxicos.

Asma
A asma, também conhecida como asma brônquica ou bronquite asmática, é uma afecção pulmonar caracterizada pela inflamação das vias aéreas, que leva à diminuição ou até mesmo obstrução do fluxo de ar. Sua fisiopatologia está ligada a fatores genéticos e ambientais, manifestando-se por meio de crises de falta de ar.

Nos Estados Unidos, essa doença leva ao óbito aproximadamente 5% dos adultos. Tanto os internamentos quanto os óbitos relacionados a essa doença tem aumentado. No Brasil, dentro do SUS, a asma representa a terceira causa de internamentos, sendo que no ano de 2007 foram registradas 273.205 internações por essa doença no Brasil (2,41% das internações totais).

Câncer de Pulmão
O câncer de pulmão é um dos tumores malignos mais comuns, sendo que sua incidência no mundo todo vem aumentando 2% a cada ano. A mortalidade por esse tipo de neoplasia é muito elevada e o prognóstico está relacionado à fase em que é diagnosticado.

O principal fator de risco para o aparecimento dessa neoplasia é o tabagismo. Atualmente, este último corresponde a 90% dos casos desse tumor. É mais comumente observado em homens do que em mulheres; todavia, o número de casos em mulheres está aumentando, enquanto que o número de casos em homens está diminuindo.

Esta neoplasia também pode ser causada por certos produtos químicos, como: arsênico, berílio, asbesto, radônio, níquel, cromo, cádmio e cloreto de vinila, especialmente observados em ambiente ocupacional. Outros fatores relacionados ao surgimento desse tumor são os dietéticos, genéticos, histórico da DPOC e histórico de câncer de pulmão na família.

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Doenças Sexualmente Transmissíveis

As doenças sexualmente transmissíveis (DST), conhecidas por doenças venéreas, são transmitidas essencialmente pelo contato direto, mantido através de relações sexuais onde o parceiro ou parceira necessariamente porta a doença, e indireto por meio de compartilhamento de utensílios pessoais mal higienizados (roupas íntimas), ou manipulação indevida de objetos contaminados (lâminas e seringas).

Os principais agentes patogênicos são os vírus, as bactérias e os fungos. Essas doenças acometem principalmente o público jovem, tanto de países em desenvolvimento como industrializados, conseqüência de vários fatores de relevância familiar e governamental: a promiscuidade (descuido) individual com a saúde e a carência ou mesmo a falta de programas educativos.

De modo geral, o uso de preservativo, associado a alguns cuidados, impedem o contágio e disseminação. Contudo se não forem diagnosticadas e tratadas corretamente, além do processo infeccioso, podem levar à infertilidade, gravidez, surgimento de outras doenças oportunistas e até a morte.

Algumas das principais DSTs:

  • Sífilis – Transmitida pela bactéria Treponema pallidum, é uma doença com evolução crônica (lenta) com surgimento de um cancro duro (lesão) nos órgãos genitais e posterior aparecimento de lesões espalhadas pelo corpo. Quando generalizada, causa complicações cardiovasculares e nervosas, desencadeando nas mulheres o aborto ou o parto prematuro.
  • Gonorréia – O contágio pela bactéria Neisseria gonorrheae, provoca a inflamação da uretra (canal urinário), pode alastrar-se para outros órgãos causando complicações como: artrite, meningite e problemas cardíacos.
  • Tricomona – Causada pelo protozoário do gênero Trichomonas Donne, atinge, principalmente, o aparelho digestivo e genital, causando inflamação do canal vaginal, nas mulheres, e da uretra nos homens.
  • Clamídia – O contágio pela bactéria Chlamydia trachomatis provoca inflamação dos canais genitais e urinários. Nas mulheres, pode ocasionar a formação de abscessos (obstruções com dilatação), infertilidade e dores pélvicas. Nos homens pode provocar esterilidade.
  • AIDS – Síndrome da imunodeficiência humana (HIV), transmitida por um retrovírus que destrói as células de defesa (linfócito T), resultando na baixa imunidade do organismo que fica suscetível a outras infecções. Dentre os sintomas iniciais destaca-se: fadiga, febre, distúrbios do sistema nervosos central, inchaço crônico dos gânglios linfáticos e o surgimento de vesículas avermelhadas na derme.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: A automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.

Fonte: Brasil Escola

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Oftalmologia

A oftalmologia é uma especialidade da medicina que estuda e trata as doenças relacionadas ao olho, à refração e aos olhos e seus anexos. O médico oftalmologista realiza cirurgias, prescreve tratamentos e correções para os distúrbios de visão. A oftalmologia tem várias sub-especialidades, entre elas a oftalmo-pediatria, a plástica ocular, doenças orbitárias, doenças das vias lacrimais, o estrabismo, o glaucoma, a cirurgia refrativa, retina,córnea, etc.

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Oncologia

A Cancerologia, também chamada de Oncologia, é a especialidade médica que estuda os cancros (tumores malignos) e a forma de como essas doenças se desenvolvem no organismo, procurando seu tratamento.

Cada tipo de câncer tem um tratamento específico: cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e outras inúmeras possibilidades, podendo ser inclusive necessária a combinação de tratamentos.

Na oncologia atual é de suma importância o tratamento multidisciplinar, envolvendo médicos (oncologistas, cirurgiões, radioterapeutas, patologistas, radiologistas, etc.), enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, biomédicos, dentistas e muitos outros profissionais, devido à enorme complexidade da doença e suas diferentes abordagens terapêuticas.

O tratamento oncológico é sempre muito individualizado, sendo importante observar as necessidades e possibilidades terapêuticas de cada paciente. Pode ter intenção curativa ou paliativa (alívio dos sintomas objetivando uma melhora da sobrevida e da qualidade de vida).

O cirurgião oncológico é o médico cirurgião especializado no tratamento de neoplasias de maneira cirúrgica. O rádio-oncologista é o médico clínico especializado no tratamento de neoplasias utilizando radiações ionizantes. O oncologista clínico é o médico clínico especializado no tratamento das neoplasias através da prescrição de quimioterapia, hormonioterapia e imunoterapia.

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