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ANS aprimora Central de Atendimento ao Consumidor no portal

ANS aprimora Central de Atendimento ao Consumidor no portal

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reformulou a área da Central de Atendimento ao Consumidor disponível em seu portal. Com a mudança, estão mais claros os canais de comunicação disponíveis para cada público de relacionamento da agência reguladora. Ao facilitar o acesso, a ANS busca atender as demandas dos beneficiários de planos de saúde, operadoras e prestadores com mais eficiência e qualidade, aprimorando a relação com os entes regulados e com a sociedade.

No novo formato, uma página inicial funciona como índice com links para os canais dirigidos a cada público: consumidor; operadora e prestador; e licitações. No “Fale sobre a ANS”, está disponível o formulário de registro de demandas para a Ouvidoria da Agência – reclamações, sugestões, consultas e elogios sobre os serviços prestados pela ANS. Em “Nossos Endereços”, é possível verificar a relação de endereços dos 12 Núcleos da Agência espalhados pelo país e o da Sede, no Rio de Janeiro.

Na página inicial também está em destaque o número do Disque ANS (0800 7019656), canal indicado para o consumidor registrar reclamações ou solicitar informações sobre planos de saúde. O número é também o canal de interface entre a Agência e operadoras e prestadores de serviços de saúde.

Enquanto órgão regulador do setor, a ANS vem se firmando como o principal canal de relacionamento com beneficiários de planos de saúde. Através de ferramentas de mediação de conflitos entre consumidores e operadoras, a reguladora cumpre a atribuição de resolver as reclamações recebidas de forma ágil e favorável a quem contrata plano de saúde. Em 2016, por meio dos canais de relacionamento, a Agência recebeu 369,5 mil demandas de beneficiários de planos de saúde, sendo 279.268 pedidos de informação e 90.245 reclamações.

Genéricos

O exame de patentes de medicamentos e a chegada de novos genéricos ao mercado serão agilizados com a assinatura de acordo entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). A avaliação é dos presidentes da Anvisa, Jarbas Barbosa, e do Inpi, Luiz Otávio Pimentel.

Ontem foi assinada portaria conjunta que põe fim ao impasse de 16 anos entre os dois órgãos na área de produtos e processos farmacêuticos. A medida envolve mais de 20 mil pedidos de patente.
Com a nova regra, a Anvisa fica responsável pela análise dos pedidos com foco no impacto à saúde pública, enquanto o Inpi será responsável pelos critérios de patenteabilidade.

De acordo com Barbosa, a medida ajudar a ampliar o lançamento de produtos genéricos por conta da análise mais rápida. Isso porque o impasse entre os órgãos fazia com que a patente ficasse vigente por prazo superior ao previsto de 10 anos.

Enquanto a patente está vigente, não é possível lançar medicamentos genéricos. “Dá previsibilidade e o tempo da patente só vai ser o previsto na lei, não vai ter essa extensão indevida”, disse.

Comissão vai promover audiências interativas para discutir política de preço dos remédios

A MP 754 estabelece que o Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos pode autorizar de forma excepcional a redução ou o aumento dos preços dos remédios sem datas estabelecidas. Hoje, o reajuste de preços é anual, feito em uma data específica.

Para participar do primeiro debate da semana foram convidados representantes da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa e do Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual. Também devem comparecer representantes da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde e do Laboratório Cristália.

Para a audiência de quarta-feira são esperados representantes do Ministério Público Federal, da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades, do Grupo FarmaBrasil e da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para a Saúde. Foram convidados ainda representantes do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos e da Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes.

Depois de analisada pela comissão mista, a MP deve ser votada separadamente nos plenários da Câmara e do Senado.

Roubo de cargas custam mais de R$ 6 bilhões à economia brasileira

De acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), os roubos de carga custaram R$ 6,1 bilhões à economia brasileira entre 2011 e 2016. O prejuízo chega a R$ 3,9 milhões por dia com as ocorrências, que se concentram principalmente nos estados do Rio de Janeiro (43,7%) e São Paulo (44,1%).

O estudo ainda aponta que as perdas causadas por esse tipo de crime têm crescido ano a ano, assim como o número de casos registrados, que aumentou 86%, ou seja, de 12 mil em 2011 para mais de 22 em 2016.

Outros dados recentes são da FreightWatch International, maior consultoria especializada em roubos de cargas, que apontou que o Brasil é campeão mundial de roubo de cargas e está à frente de países como México, África do Sul, Somália e Síria, apontados com “altíssimo risco”. A pesquisa também revela que o custo com a segurança das frotas de caminhões representa 12% do faturamento bruto das empresas de logística.

“Como consequência, tudo o que é gasto com seguro, escolta e tecnologia entra no Custo Brasil e quem paga, obviamente, somos todos nós”, diz Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny, maior gerenciadora de riscos na área de transportes e logística do Brasil.

Dados levantados pela Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento (Gristec) revelam que, entre 2005 e 2013, 563 mil tentativas de roubos ou furtos foram frustradas graças à ação de equipamentos antifurto e das centrais de monitoramento, o que representou uma economia de R$ 27 bilhões, recurso que para embarcadores, transportadores e companhias seguradoras significa mais investimentos, criação de empregos e geração de renda.

De acordo com Buonavoglia, “de maneira geral, as estatísticas mostram um quadro pessimista sem melhorias em curto prazo, porém as empresas que têm inserido programas de gerenciamento de riscos em suas operações desafiam os números conquistando melhores resultados”.

“Ações básicas de gerenciamento de riscos como pesquisa e adequação do perfil do motorista contratado, serviços de inteligência e tecnologias embarcadas que direcionam os órgãos de segurança pública ao local exato do delito, otimizam a estrutura policial disponível e contribuem para a prisão de meliantes e recuperação das cargas”, diz.

Desenvolvimento Profissional

Almoço em homenagem ao presidente do Sindicato das Seguradoras RJ/ES – A Diretoria do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro vai reunir os seus associados, na próxima segunda-feira, dia 17 de abril, para um almoço em homenagem ao presidente do Sindicato das Seguradoras RJ/ES, Roberto Santos.

À ocasião, estarão em pauta os reflexos da crise na segurança pública do estado e como eles estão interferindo no aumento do preço do seguro. O encontro será realizado no restaurante Aspargus (Edifício Seguradoras – R. Sen. Dantas, 74 – Centro), a partir das 12h30.

Seguro Cidadão

Fórum da APM faz alerta contra o câncer – Segundo levantamento mais recente do Observatório da Oncologia, caso o Brasil não invista em mudanças substanciais nas políticas relacionadas ao câncer, a doença será a principal causa de mortes em 2029. Para reverter essa previsão, são fundamentais medidas públicas de conscientização e prevenção, rastreamento da doença e acesso da população ao tratamento.

Preocupado com a importância educacional em disseminar amplamente estas medidas, o Departamento de Cancerologia da Associação Paulista de Medicina (APM) realiza em sua sede (Av. Brigadeiro Luís Antonio, 278), em 19 de abril, das 14 às 16h, o Fórum de Discussão “Câncer – Causas e Prevenção”.

“Nosso objetivo é atender o público leigo, oferecendo importantes esclarecimentos, sempre guiados por embasamento científico”, esclarece o médico Agliberto Barbosa de Oliveira, coordenador científico do Departamento de Cancerologia da APM. Estarão em pauta os tipos de câncer mais prevalentes na população brasileira como o de mama, de pele, de pulmão e ginecológico, entre outros.

Em palestra, seguida de debate para tirar as principais dúvidas da plateia, estará em discussão o que é o câncer, suas causas, modalidades de tratamento, prevenção e diagnóstico precoce.

“Aliás, o nosso enfoque é mostrar justamente que, ao diagnosticar na fase inicial, é possível ter um prognóstico mais bem sucedido e melhor qualidade de vida. É de suma importância trazer esse conhecimento ao maior número de pessoas possível”, destaca Agliberto.

As inscrições são gratuitas. Para mais informações, acesse:
www.associacaopaulistamedicina.org.br/atualizacao-medica/eventos/forum-de-discussao-para-populacao-leiga

Depressão e ansiedade – Depressão e ansiedade são a segunda maior causa de adoecimento relacionado ao trabalho no Brasil – perdem apenas para os casos de Lesão por Esforço Repetitivo (LER)/Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (Dort). Somadas, as duas doenças, representam 49% de todos os casos classificados como transtornos mentais que surgiram ou se agravaram nos ambientes de trabalho. Por esse motivo, a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho do Abril Verde deste ano decidiu dar ênfase ao problema, que é também um dos principais motivos de afastamento do emprego.

Em um ranking da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda reunindo todos os motivos que provocam o afastamento do trabalhador da empresa, a depressão aparece na vigésima posição. Ou seja, ela está entre os motivos que mais geram concessão de auxílio-doença acidentário – quando a pessoa é afastada da atividade por mais de 15 dias. Em 2016, 3.393 benefícios foram concedidos por causa de depressão.

O número ainda é menor do que o das fraturas nos punhos, mãos, pernas e tornozelos, que aparecem nas duas primeiras colocações, e também é inferior ao das dores nas costas, a terceira principal causa de afastamento no Brasil. Mas, nem por isso, menos grave, como alerta a diretora do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho, Eva Gonçalves Pires. “O tempo de afastamento por depressão e ansiedade costumam ser muito maior do nos casos de acidentes, porque o tratamento é mais prolongado e a recuperação mais demorada”, lembra.

Além disso, o assistente técnico do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, Jeferson Seidler, lembra que ainda existe uma dificuldade em diagnosticar corretamente a depressão e em fazer o nexo da doença com o trabalho, o que faz com que haja uma subnotificação dos casos. “No acidente típico, por exemplo, com máquinas, a lesão é evidente e compatível com o relato da vítima, e dificilmente há dúvida quanto à caracterização da ocorrência como acidente de trabalho. Nos transtornos mentais, inclusive as depressões, não. Primeiro, porque o diagnóstico é mais subjetivo, e, segundo, porque, além de fazer essa análise clínica, é preciso observar se o trabalho teve ou não influência no desencadeamento ou agravamento dos sintomas”, explica.

Somado a isso, existe o fato de que as organizações o Brasil, no geral, não se preocupam em promover ambientes de trabalho que levem em conta a saúde mental dos seus trabalhadores, já que a legislação do país não trata desse aspecto. A auditora fiscal do Trabalho, Luciana Veloso, que tem doutorado em direito com foco na saúde mental do trabalhador, diz que o problema tem se agravado, sobretudo, nos últimos 30 anos.

“As empresas, preocupadas em lucrar cada vez mais, foram adotando modelos de gestão que colocam metas muitas vezes abusivas aos trabalhadores, utilizam sistemas de avaliações individuais que estimulam a competitividade entre eles e cobram resultados o tempo todo. As pessoas trabalham muito, sob pressão e na cultura do “cada um por si”. Isso acabou com a solidariedade entre os colegas nas empresas, e o trabalhador foi ficando fragilizado e mais vulnerável a abusos psicológicos, como assédio moral, por exemplo”, explica.

Luciana lembra que, ao contrário dos acidentes de trabalho, que dependem apenas do conteúdo das tarefas do trabalhador, no adoecimento mental o contexto do trabalho também conta. É mais comum ocorrerem problemas em empresas onde a comunicação é ineficaz ou inexistente; a remuneração é baixa; as tarefas são incompatíveis com a qualificação do trabalhador (normalmente trabalhadores qualificados executando tarefas menos importantes); as ameaças de demissão são constantes; e os casos de discriminação e assédio moral e sexual são mais comuns.

“Em países mais desenvolvidos, já existe uma preocupação com a saúde mental dos trabalhadores. No Brasil, infelizmente, o que vemos é um atraso. E as pessoas estão ficando doentes e indo trabalhar doentes, a base de remédios. Enquanto não nos preocuparmos como o problema, ele continuará ocorrendo”, constata.

Endossando

Novos diretores para marcas nacionais – As cooperativas e empresas nacionais da Unimed – Unimed do Brasil, Unimed Participações, Seguros Unimed e Central Nacional Unimed – anunciam suas novas lideranças para os próximos quatro anos. A comunicação conjunta registra um novo ciclo para a marca que completa meio século de presença no segmento de saúde suplementar, e que investe em novas iniciativas em defesa da reformulação do modelo de assistência à saúde no país. Um exemplo é o movimento Mude1Hábito, lançado no Dia Mundial da Saúde, que convida milhares de pessoas a adotar práticas mais saudáveis de vida, por meio de pequenas mudanças no dia a dia.

O anúncio dos novos executivos aconteceu no dia 12 de abril, em São Paulo, com a apresentação de Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil; Nilson Luiz May, presidente da Unimed Participações; Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed e Alexandre Ruschi, presidente da Central Nacional Unimed. A mudança periódica das diretorias executivas é uma das características democráticas pertencentes ao modelo cooperativista, no qual foi criado a primeira Unimed, em Santos, no litoral de São Paulo, em 1967. Hoje, o conjunto de 348 cooperativas reúne 114 mil profissionais médicos, atendendo 18 milhões de beneficiários e detendo 38% de participação no mercado nacional de planos de saúde em número de beneficiários.

O presidente da Unimed do Brasil, Orestes Pullin, explica que cada uma das cooperativas surgiu a partir da realidade econômica, social e cultural de cada região, dos grupos de médicos envolvidos e das necessidades da comunidade. Segundo ele, este é o fator determinante para que a Unimed seja um conjunto vivo e diverso de operadoras que ocupam 84% do território nacional.

A ampliação do Programa de Atenção Integral à Saúde, baseado no conceito médico de atenção primária, é a prioridade da nova gestão. De maneira prática, o programa permite que o paciente tenha um médico pessoal que conhece o seu histórico clínico, gerencia todos os aspectos da sua saúde e pode ser acionado por meio do telefone celular, quando necessário. Trata-se de um modelo baseado na experiência de países como Inglaterra, Holanda, Espanha e Canadá, onde estudos indicam que 80% dos problemas de saúde podem ser resolvidos por esses profissionais.

Com esta estratégia, iniciada em 2011, o Comitê de Atenção à Saúde (CAS) da Unimed do Brasil já identificou melhora no acompanhamento da rotina de saúde de mais de 150 mil pacientes participantes de programas de atenção primária adotados em mais de 30 Unimeds nos últimos anos. A ANS incentiva a criação de programas de promoção à saúde e prevenção de riscos e doenças na saúde suplementar, como é previsto na Resolução Normativa N° 264 da ANS, publicada em 19 de agosto de 2011. “O cuidado de saúde contínuo e coordenado é fundamental para que deixemos de tratar a doença para investir na saúde. Operadoras de saúde, governo, agência reguladora e toda a sociedade devem se engajar nesta causa”, explica Orestes Pullin.

A aplicação do Programa de Atenção à Saúde já possui resultados registrados nas operadoras Unimed. Na Unimed BH, a proporção de consultas em pronto-socorro caiu de 34% para 19%, adequando-se ao teto de 20%, preconizado pela agência reguladora. Em paralelo, a proporção de consultas eletivas da atenção básica cresceu de 26% para 67%. Na Unimed Jaboticabal, as cesarianas pré-agendadas passaram de 99%, em 2011, para quase 50%, em 2014. O que também gerou benefícios para os bebês, pois internações neonatais caíram em mais de 60%, e a mortalidade de recém-nascidos também registrou queda, embora já fosse pequena. Na Unimed Guarulhos, a pesquisa de nefropatia subiu de 55% para 73%, o exame dos pés de 42% para 83% e fundo de olho de 40% para 64%.

A iniciativa de criar o movimento Mude1Hábito, que incentiva as pessoas a mudarem hábitos simples em busca de uma melhor qualidade de vida, está alinhada à estratégia de cuidado integral da Unimed do Brasil. Para incentivar as pessoas a aderirem ao movimento, a Unimed criou a plataforma www.mude1habito.com.br, que consiste em um hub de conteúdo, onde as pessoas podem trocar experiências, utilizar ferramentas que vão ajudar na mudança e acompanhar sua evolução pessoal. A plataforma colocará o usuário em contato com conteúdo relevante sobre vida saudável e todos poderão contribuir com suas experiências. Além de ajudar a estabelecer e atingir a meta com objetivos reais, a proposta é incentivar os participantes com mensagens, e-mails, push e cards motivacionais.

Atendimento odontológico de emergência

A Ikê Assistência, empresa de serviços 24 horas, apresenta ao mercado o SOS Dental, com a proposta de atender eventuais emergências odontológicas na residência de seus clientes. A assistência contempla 14 procedimentos de urgência, como, por exemplo, restauração provisória de dentes fraturados ou cariados. Para realizar o atendimento nas condições adequadas e com total segurança, o cirurgião dentista destacado para prestar o serviço leva consigo um consultório portátil.

A solução da Ikê mira o segmento de serviços odontológicos que vem crescendo no país, apesar do cenário de retração econômica. Segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), o segmento de planos odontológicos cresceu 2,4% em agosto de 2016, comparado com o mesmo período do ano passado, ultrapassando o número de 22,2 milhões de beneficiários.

“Toda crise vem acompanhada de oportunidades. Basta a gente entender quais segmentos conseguem navegar melhor em momentos de retração e agir a partir disso. A opção da assistência odontológica 24h tem um grande potencial de mercado. Através da parceria com nossos clientes corporativos, que é uma marca forte da Ikê, podemos entregar uma oferta bem atrativa para o consumidor”, comenta Marusia Gomez, CEO da companhia no Brasil.

Swiss Re apresenta ferramentas

A Internet das Coisas está revolucionando drasticamente a maneira como as empresas interagem com os clientes. E essa transformação também acontece no mercado de seguros. Esse foi dos temas debatidos no 6º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, que reuniu os principais players do setor e apresentou novos modelos e processos inovadores que prometem reduzir custos para seguradoras e consumidores.

No painel “Vida Individual – Novas coberturas e ferramentas de subscrição”, o Head Life & Health para a América Latina da Swiss Re, Charles Lutz, destacou o impacto positivo da adoção de novas tecnologias nos processos de subscrição. Segundo Lutz, a revolução digital consolidada na internet das coisas, aparelhos móveis conectados e análise de dados permitirão uma mudança sem precedentes na indústria de seguros.

“Experimentamos novos produtos, como o Magnum, uma ferramenta que nos permite realizar a subscrição de forma mais ágil e precisa. Nele o corretor alimenta um sistema instalado em um smartphone ou tablet e durante a entrevista com o possível cliente já se tem a resposta sobre a solicitação do seguro. É um processo automatizado que reduz custos e aumenta a confiabilidade dos dados. Adotamos este modelo na China e tivemos um aumento de 16% no número de solicitações”.
Anteriormente, a subscrição era realizada manualmente com o preenchimento de formulários, envio de documentos e análises da seguradora em um processo que demandava aproximadamente um mês. De acordo com Lutz, com o avanço de tecnologias como o Mangnum será possível realizar todo o procedimento de subscrição com entrevista, análise do perfil e confirmação da apólice em um ambiente online e com agilidade.

Já no painel “O Futuro das Organizações”, Katia Miyaki, subscritora de riscos de responsabilidade civil, mostrou como a utilização de Big Data está ajudando a entender melhor o usuário, possibilitando a criação de produtos mais adequados e atrativos a cada tipo de cliente.
Katia usou como exemplo a telemetria em automóveis que estão cada vez mais conectados, permitindo com base no comportamento dos motoristas, identificar o melhor modelo de seguro para o usuário. Com esta tecnologia, é possível precificar melhor o serviço com as informações coletadas, tornando o processo de sinistro mais rápido e automatizado, além de reduzir fraudes.

Nota oficial Coren-SP sobre a crise Hospital São Paulo

Em nota, o Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo (Coren-SP) diz que “diante da decisão do conselho gestor e da direção executiva do Hospital São Paulo/Hospital Universitário/Unifesp de suspender as internações eletivas desde 31 de março, o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) vem a público manifestar o seu apoio aos profissionais. Essa situação é decorrente da séria crise financeira e assistencial enfrentada nos últimos anos, agravada pela instabilidade econômica do país e pela natural migração de usuários para o Sistema Único de Saúde (SUS). O Coren-SP constatou irregularidades na instituição, fazendo os apontamentos necessários para a regularização do atendimento. Um dos maiores hospitais públicos do Brasil, o Hospital São Paulo é apenas um exemplo da difícil realidade que o sistema público de saúde atravessa em decorrência do subfinanciamento, que compromete os princípios básicos do SUS: universalidade, equidade e integralidade. São impactados por esse cenário os cerca de 1,5 mil usuários que procuram diariamente o pronto-socorro da instituição, e os profissionais da área da saúde. A enfermagem, por exemplo, está na linha de frente da assistência, protagonizando o atendimento em seus diversos níveis, sendo diretamente afetada pelo contexto de recessão. A posição do Coren-SP é para que as autoridades ligadas à Saúde, tanto a nível federal quanto estadual e municipal, deem atenção à atual situação do Hospital São Paulo e ao SUS de maneira abrangente, para que os profissionais e a população não sejam penalizados pelo subfinanciamento da saúde pública.”

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